China e outros no desenvolvimento de Moçambique

A China poderá vir a financiar a construção da ponte que ligará a área metropolitana da cidade de Maputo e distrito municipal da Katembe, um projecto avaliado em cerca de 500 milhões de dólares, cujo financiamento estava anteriormente previsto que fosse português. Em face da grave crise que atravessa e que implicou o seu resgate financeiro, Portugal desistiu do projecto. Estas informações foram avançadas pelo director do Centro de Promoção de Investimentos (CPI), Lourenço Sambo.

A mesma fonte afirmou que caso a China materialize o investimento, aquele “tigre asiático” passará a ser o maior investidor estrangeiro em Moçambique até ao final do ano em curso, depois de no primeiro semestre ter ficado em quarto lugar numa lista liderada curiosamente por Portugal e pela África do Sul, respectivamente.

Com o financiamento da ponte Maputo-Katembe, o investimento chinês em Moçambique, segundo as estimativas do CPI, poderá ultrapassar um bilião de dólares americanos até ao final do corrente ano.

Até este momento, o investimento chinês em Moçambique tem estado direccionado para as áreas de exploração mineira, imobiliária, agricultura e construção civil.

Ao contrário da China, outras organizações como a WaterAid, inglesa, ou a Helvetas, da Suiça, orientaram o seu apoio às populações na área das infraestruturas urbanas ou rurais, melhorando o abastecimento de água em pequenos aglomerados populacionais, assim como o saneamento.

Por outro lado, o seu auxilio não fica apenas pela realização das obras de melhoria atrás referidas mas também dão instrução às populações na gestão e manutenção das novas infraestrutureas bem como nas regras de higiene que as devem acompanhar.

A APCS, Associação Portuguesa de Consultores Seniores, também tem feito um grande esforço no sentido de esclarecer-se junto das entidades que superintendem no apoio financeiro, em Países como Moçambique, Angola, Guin´Bissau, etc.

Embora não seja esta propriamente a sua maior vocação, compreende-se, tal como outras organizações congéneres, a APCS promove um esforço de angariação do seu próprio trabalho, complementando assim a proposta para missões provenientes de organizações como a CESES ou a SAFEA.

Contudo há dificuldades importantes na colaboração e cooperação técnicas a começar pelo facto de não existir implantação de delegações da APCS no terreno, tal como acontece com algumas das organizações congéneres, o que facilitaria, e de que forma,, uma actuação com maior agressividade por parte da APCS.

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